quarta-feira, 28 de outubro de 2015

É o Dia Internacional da Animação!!!


O dia 28 de outubro é o Dia Internacional da Animação (DIA – é uma Mostra de curtas-metragens de desenhos animados nacionais e internacionais com entrada franca que acontece no dia 28 de outubro em centenas de cidades do Brasil). A data foi escolhida por ser o dia em que, em 1892, Émile Reynaud realizou, em Paris, a primeira exibição pública de imagens animadas no mundo. Para comemorar a data, a Associação Internacional do Filme de Animação - ASIFA lançou o evento, que já está em sua 1ª edição, realizado atualmente em 30 países.
Em Xapuri
Além das exibições da mostra oficial, cada cidade programou atividades diversas nos dias que antecedem o evento, como mostras infantis, internacionais, para deficientes auditivos e visuais, além de oficinas, debates, palestras e exposições.
Em Xapuri a programação foi a seguinte:


Abertura do Dia Internacional da Animação
Com Stand Up de Clenes Guerreiro e Cildo Aquino
Às 18:30h
Espetáculo Teatral “Se ela dança eu danço”
Companhia Arte na Ruína – Direção de Clenes Guerreiro
Às 18:45h
Apresentação “Contos & Recontos de Xapuri” – Contação de Histórias
Prêmio ‘Bolsa de Fomento à Literatura’ 2014
Diretoria do livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas do Ministério da Cultura
Grupo Fuxico de Contadores de Histórias de Xapuri
Direção de Clenes Guerreiro
Às 19:15h


Mostra Oficial – Dia Internacional da Animação
Com a Mostra Nacional, Internacional e a Infantil
Às 19:30h

Todos os eventos acontecerão no Museu do Xapury, localizado na Rua Coronel Brandão, nº 156, Centro de Xapuri/AC.

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Hoje é dia de Um poema em cada árvore


Hoje, 21 de setembro, dia da árvore, na cidade de Xapuri, você encontra o “Um poema em cada árvore”, uma iniciativa de incentivo à leitura que mobiliza centenas de cidades pelo Brasil com a doce tarefa de espalhar poemas para o público em geral.
Assim, da Rua 24 de Janeiro até a Praça São Gabriel, se perca nos deliciosos poemas nas árvores da terrinha – uma parceria entre Instituto Psia (de Minas Gerais) e Cia Arte na Ruína.


Sobre o Um poema em cada árvore

O Um poema em cada árvore é uma iniciativa de incentivo à leitura realizada mensalmente desde agosto de 2010 na cidade de Governador Valadares, Minas Gerais.
Idealizada pelo poeta Marcelo Rocha e realizada pelo Instituto Psia, a iniciativa caracteriza-se por utilizar as árvores como suporte para a leitura, pendurando mensalmente poemas de poetas desconhecidos do grande público nos oitis valadarenses.

Mais de 2500 poetas já tiveram seus poemas pendurados nas árvores brasileiras através do Um poema em cada árvore.
132 cidades brasileiras já realizaram o Um poema em cada árvore.
Milhares de pessoas de todas as regiões do Brasil já tiveram contato com a leitura através desta iniciativa.

O Um poema em cada árvore foi uma das iniciativas finalistas do Prêmio Vivaleitura 2011 e 2014, premiação concedida pela OEI - Organização dos Estados Ibero-Americanos, Ministério da Educação e Ministério da Cultura.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Atualizações...

Gente, foram tantas coisas que fizemos nas últimas semanas que não cabe em um só post.
Mas vamos por partes. Primeiro, apenas dar o gostinho.
  • Realizamos a apresentação do Fase10 (isso, a mesma que realizamos no interior do Mato Grosso do Sul), em frente ao Museu do Xapury, no dia 12 de Agosto;
  • Nosso artista plástico Rômulo Rodrigues teve seus quadros expostos na 1ª Semana de Artes Visuais de Xapuri - também em Agosto;
  • Realizamos, no dia da árvore (21/09, último sábado) Um poema em cada árvore - iniciativa do nosso amigo, o poeta mineiro Marcelo Rocha.
 

E vem muito mais por aí.
Por enquanto, vamos atualizando devagar.

Obs: Duas fotos de Um poema em cada árvore (do ano passado).


terça-feira, 10 de setembro de 2013

Diário de bordo: performance em bodoquena/MS



Julho/2013

Viagem:

No dia 16 de julho de 2013, eu, Cleilson Alves, viajei para Mato Grosso do sul, com destino a cidade de Bodoquena. Onde lá, eu faria uma ação de performance de artes visuais, de um projeto de trocas contemporâneas de artes visuais 2013, com a realização do FASE 10. Saindo do Acre, peguei o voo da companhia aérea TAM, da capital Rio Branco/Ac, em conexões em Brasília/DF e Guarulhos/SP, com a chegada em Campo Grande/MS, no dia 17 de julho. 

Na cidade de Bodoquena: 

A duração geral da viagem foi de 23 horas. Por conta do cansaço, decidi organizar tudo no dia seguinte. Logo cedo de quinta-feira(18), procurei o secretário de cultura da cidade, para agilizar e informar que eu iria fazer uma “ação” na cidade, mas o mesmo estava viajando. Tentei comunicá-lo por telefone, sem sucesso. Pelo fato de estar fora de área. Tentei pedir autorização de alguém da prefeitura, e todos disseram que o local que eu estava procurando, no momento não seria viável, porque a única praça que tem na cidade, está em reforma. E não tinha local para ação. Mas como tinha avistado 2 “pracinhas”, próximo ao hotel que eu estava hospedado, mas sem sucesso, porque essas “pracinhas”, eram particulares (pertencentes ao Grupo Camargo Correia). Procurei o síndico do condomínio, mas a pessoa também se encontrava fora da cidade. Então, o único local que consegui foi o clube que tem na cidade. 

Dia da AÇÃO:

Logo organizei tudo e decidi realizar a AÇÃO PRINCIPAL. Estava organizado que eu iria chamar a atenção da população fazendo um pouco de trabalho circense: com clavas de malabarismo, soltar fogo pela boca. Logo que concentrasse as pessoas, nós realizaríamos a Ação. Mas por causa do extravio da bagagem, não foi possível fazer esse trabalho. Mas chamamos a atenção de outra forma: com cotação de histórias. Logo que conseguimos reunir um grupo de média de 100 pessoas realizamos a apresentação.

Ação:

Pinturas corporais, ilustrada nos corpos nus, com desenhos de “quenês”, de tribos acreana. Que já existiu em grande parte do Acre, mas hoje é bem reduzida. Com a luta de Chico Mendes, pode-se preservar uma pequena área de floresta para a sobrevivência dos índios. A ação, se chama “O legado de Chico Mendes” ou simplesmente “Arte  na Ruína”, onde um indígena, em sua ampla floresta, de onde extraia seu farto alimento, ensina seus novos descendentes, a sobreviver caçando. Onde eles comemoram dançado. Mas logo o capitalismo destrói o seu lugar de sobrevivência. Desorientados, lutam para suportar aquela derrubada. Surge um homem que eles procuravam, para lutar por sua causa, que logo aquela situação foi reconhecida como “o legado de Chico”. Mas o herói, foi assassinado há 25 anos. Mas como ele deixou um legado, a preservação ainda continua.


terça-feira, 20 de agosto de 2013

Performance da Cia. Arte na Ruína contemplada no edital Trocas Contemporâneas


Isso mesmo! nesse meio tempo fomos aprovados no Edital Trocas Contemporâneas e fomos apresentar em Bodoquena/MS, terra de um dos fundadores do Grupo, o artista plástico Wagner San.

Sobre o Trocas Contemporâneas

O Edital Trocas Contemporâneas – Interações Artísticas Regionais é um projeto realizado pela Fase 10 - Ação Contemporânea que possui como foco o intercâmbio de ações que se situam no campo das artes visuais contemporâneas e suas diversas linguagens, possibilitando não só a difusão e o fomento de propostas experimentais, como o estímulo a vivências artísticas multifacetadas.

Premiado pelo Programa Rede Nacional Funarte Artes Visuais 9ª Edição, o edital ficou disponível para inscrições de projetos no período compreendido entre 11 de março a 30 de abril de 2013, tendo recebido 103 propostas oriundas das cinco regiões do Brasil. 
A comissão julgadora escolheu 15 projetos para serem realizados a partir de apoios financeiros, seguindo como base o capítulo 4º do edital, que estabelece em suas cláusulas os critérios de avaliação,  dentro dos seguintes princípios: 1) conteúdo: propostas experimentais e inovadoras 2) gestão: propostas com arcabouços bem definidos; 3) parcerias: propostas com parcerias consistentes; 4) local: proposta que demonstrem viabilidade, pertinência, acessibilidade e parcerias; 5) documentação em fotografia: propostas que demonstrem na concretude como se dará a documentação das ações realizadas.

A performance da Cia. Arte na Ruína
A performance da Cia. Arte na Ruína misturando as diversas manifestações típicas dos praticantes das artes xapurienses.
A apresentação é uma montagem de Cleilson Alves, com o apoio de Clenes Guerreiro e do artista plástico Wagner San.

Mais informações podem ser obtidas no site do Fase10.

Muita coisa acontecendo

A Cia. Arte na Ruína continua caminhando e conquistando novos rumos, novos caminhos.
Mas vamos atualizando ao longo da semana.

A falta de postagem por aqui
Essa nossa ausência se deu a um probleminha com o login do gmail mas, felizmente, mesmo um século depois, conseguimos resolver e voltamos com tudo!!!

Vamos atualizando!
Muita arte "procês"!